Premiê anuncia votação para o dia 2; documento equivale a uma Constituição e só foi reprovado por irlandeses

DUBLIN – A Irlanda realizará um novo referendo sobre o Tratado de Lisboa em 2 de outubro, anunciou o primeiro-ministro Brian Cowen ao Parlamento do país nesta quarta-feira, 8. O documento equivale a uma Constituição do bloco europeu, mas só poderá entrar em vigor depois de aprovado por todos os 27 Estados-membros.

Os eleitores irlandeses rejeitaram o tratado em um primeiro referendo realizado em junho do ano passado, provocando um caos político na União Europeia (UE). Desta vez, a UE prometeu à Irlanda que a aprovação do documento não terá impacto em questões como a neutralidade da ilha, seu vantajoso regime fiscal, a proibição do aborto ou a proteção dos direitos trabalhistas.

Para entrar em vigor, o Tratado de Lisboa, um complicado documento que estabelece os termos de uma reforma nas instituições europeias, precisa ser aprovado pelos 27 países da UE. Todas as nações, com a exceção da Irlanda, levaram o documento à apreciação de seus parlamentos. A Irlanda foi a única a submeter o tratado a aprovação popular – e também a única a rejeitá-lo.

Criado para substituir a Constituição Europeia – rejeitada pelos eleitores da França e da Holanda em 2005 -, o objetivo do Tratado de Lisboa é instituir novos mecanismos de defesa e relações exteriores, além de criar um mandato de longo prazo para um presidente do Conselho Europeu. Em junho do ano passado, 53,4% da população irlandesa rejeitou a proposta.

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,irlanda-fara-novo-referendo-para-tratado-de-lisboa-em-outubro,399640,0.htm

Ministério das Relações Exteriores

Nota nº 303 – 28/06/2009

Situação em Honduras

O Governo brasileiro condena de forma veemente a ação militar que resultou na retirada do Presidente de Honduras, José Manuel Zelaya, do Palácio Presidencial em Tegucigalpa no dia de hoje e sua condução para fora do país.

Ações militares desse tipo configuram atentado à democracia e não condizem com o desenvolvimento político da região. Eventuais questões de ordem constitucional devem ser resolvidas de forma pacífica, pelo diálogo e no marco da institucionalidade democrática.

O Governo brasileiro solidariza-se com o povo hondurenho e conclama a que o Presidente Zelaya seja imediata e incondicionalmente reposto em suas funções.

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue acompanhando a situação por meio de contatos com outros Chefes de Estado e através de informações repassadas pelo Ministro Celso Amorim.

Ministério das Relações Exteriores

Assessoria de Imprensa do Gabinete Palácio Itamaraty Térreo Brasília – DF CEP: 70170-900 Telefones: 0(xx) 61-3411-6160/2/3 Fax: 0(xx) 61-3411-8002

E-mail: imprensa@mre.gov.br

Brasil, país de imigrantes

*Bosco Monte
23 Jun 2009 – 17h17min

Os imigrantes no Brasil

Este mês foi aprovado pelo Congresso Brasileiro o projeto de lei que anistia os imigrantes ilegais que vivem no Brasil. Segundo estimativas da Associação Nacional de Estrangeiros e Imigrantes no Brasil (ANEIB) a lei beneficiará entre 150.000 e 200.000 imigrantes.

O projeto depende somente da sanção do presidente Lula. Mas, ao tudo indica, sua decisão será favorável à aprovação, pois durante reunião em Genebra na semana passada, Lula repreendeu fortemente os chefes de governo que não respeitam os direitos dos imigrantes.

Para se beneficiar com a lei, os imigrantes têm que demonstrar uma atividade lícita, além de não ter dívidas com o fisco, nem apresentar antecedentes criminais em seu país de origem e no Brasil.

Diferentemente de países como Itália, França ou Inglaterra, o Brasil demonstra que os imigrantes também constroem uma grande nação e que dessa forma é possível humanizar e regularizar a situação de muitos.

Além do aspecto humanitário, há também de se perceber que deixando a clandestinidade, o cidadão estrangeiro que já usa os serviços fornecidos pelo estado (escola, assistência médica, infra-estrutura), passa também a contribuir através do fisco e da previdência.

O Brasil pode mostrar para o mundo através dessa lei que é possível conviver com as diferenças, respeitando a integridade do ser humano.

O banco russo venezuelano

Rússia e Venezuela decidiram criar o banco russo venezuelano com objetivo de financiar projetos de investimentos, particularmente nas áreas energética e de transporte.
Os dois países têm na exploração de petróleo e o comércio de gás natural, seu principal ponto de negociação. Mas o que de fato está por trás da criação de um banco entre as duas nações é o fornecimento de material bélico produzidos pela Rússia.

O negócio pode ser vantajoso para ambos os lados: a Rússia precisa ocupar sua capacidade de produção de armas, que se viu abalada principalmente pela crise financeira internacional e a concorrência da Coréia do Norte.

Por outro lado o governo da Venezuela insiste em estar preparado para se defender dos ataques iminentes dos inimigos.

No ano passado, Moscou concedeu a Chávez um crédito de 1bilhao de dólares para aquisição de armas, tornando a Venezuela o país latino-americano que mais importou armas russas.

Nesse projeto de se “blindar”, Chávez não se esqueceu do Brasil. A Embraer fechou contrato com a Venezuela no valor de U$ 300 milhões para fornecimento de aviões de treinamento.

Ainda é cedo para ver até onde vai o projeto de Chávez.

O desemprego na Europa

Segundo os dados oficiais, até março deste ano cerca de 420.000 pessoas perderam seus trabalhos dentro da zona dos países que utilizam o euro, o que significa que o nível de desemprego chegou aos 8.9%.

Sem dúvidas estas são cifras terríveis, mas parece que o pior ainda não passou, dado que as estimativas apontam que até o final do ano UE 3.5 milhões de postos de trabalho serão perdidos em toda a União Européia.

Como sucedeu desde o começo da crise, Espanha tem a taxa de desemprego mais alta da União Européia com 17.4%, em grande parte graças à queda dos turistas que visitam o país e ao colapso do mercado imobiliário.

Outro elemento inquietante sobre o desemprego, é que os níveis mais altos se apresentaram nas pessoas com menos de 25 anos, o que indica que um em cada cinco jovens europeus não tem trabalho.

*João Bosco Monte é coordenador do curso de Relações Internacionais da Faculdade 7 de Setembro (Fa7) e escreve a coluna Mapa-múndi às terças-feiras no O POVO Online

22:05

El primer ministro israelí dijo que, bajo determinadas circunstancias, se aceptaría esa posibilidad. Entre otras pretensiones reclamó que sea una zona desmilitarizada y que se reconozca a Israel como el Estado del pueblo judío.

Por: Marcelo Kisilevski, especial desde Jerusalén

En un dramático discurso, el primer ministro israelí Benjamín Netanyahu pronunció por primera vez las palabras “Estado palestino”, pero con varios condicionamientos, como que sea una zona desmilitarizada y que se reconozca a Israel como el Estado del pueblo judío.

“Si recibimos garantías sobre la desmilitarización y si los palestinos reconocen Israel como el Estado del pueblo judío, entonces alcanzaremos una solución basada en un Estado palestino desmilitarizado”, declaró Netanyahu en un discurso de política exterior pronunciado en la universidad Bar Ilan, cerca de Tel Aviv.

Engarzadas en su discurso, no obstante, Netanyahu incluyó otras condiciones que los palestinos ya han rechazado en el pasado, entre ellas la indivisibilidad de Jerusalén bajo soberanía total de Israel, y la solución del problema de los refugiados palestinos “fuera de los límites del Estado de Israel”. Ninguna conducción palestina en el pasado aceptó, tampoco, el reconocimiento de Israel como estado judío.

Los analistas en Israel indicaron que Netanyahu “logró su cometido de dejar conformes a todos, excepto a los palestinos”. Por un lado realizó un viraje histórico dentro de su partido y de toda la derecha israelí al aceptar el principio de un Estado palestino. Por otro, introdujo pre-condiciones que sabe que jamás serán aceptadas por la parte palestina.

En su discurso, Netanyahu aceptó el principio de congelamiento de la construcción de nuevos asentamientos en los territorios, y puntualizó que “no serán expropiados nuevos terrenos” para hacerlo, pero continuará la construcción dentro de los límites de los asentamientos existentes.

El discurso estuvo explícitamente dirigido a oídos norteamericanos y hacia el ala derecha de su coalición por igual. Muestra de ello fueron los diálogos telefónicos que mantuvo previamente al discurso: con el vicepresidente norteamericano Joe Biden, por un lado, y los ministros Benny Beguin (hijo de Menajem Beguin, que hizo la paz con Egipto en 1979), y Moshé Iaalón, los dos ministros que más amenazaban a Netanyahu con una crisis coalicionaria.

El ministro Beguin dijo a Netanyahu al conocer el contenido del discurso: “No estoy de acuerdo, pero no voy a abandonar la coalición”. El partido religioso-sionista Habait Haiehudí (el Hogar Judío), en cambio, llamó a un debate urgente dentro de la coalición ante lo que definieron como “una gran decepción” respecto de la mención del “Estado palestino” por el premier.

Netanyahbu llamó a los palestinos a “iniciar negociaciones directas de inmediato” y subrayó el principio que viene impulsando desde su campaña electoral, el de la paz por medio del desarrollo económico de los territorios palestinos.

Fonte: http://www.clarin.com/diario/2009/06/14/um/m-01939045.htm

Agora no Twitter: http://twitter.com/interconexos

Prezados,
Antes tarde do que nunca, segue a programação da I semana de Ri da UFRJ, finalizando com a aula inaugural do curso de Relações Internacionais com a presença do Ministro Celso Amorim.
Local: Auditório Rodolpho Paulo Rocco, localizado no bloco K do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Cidade Universitária, “Fundão”.
Programação
Segunda-feira 9
10:30h Professor e Decano Alcino Câmara Neto (UFRJ – CCJE)
“Formação Econômica Internacional”

14: 00h Consul Erik Hannisdal (Innovations Norway)
“International Commercial Representation”

16:00h Professor Alexandre D’Avignon (UFRJ-COPPE)
“Energia e Meio Ambiente”
…….
Terça-feira 10
10:30h Professor Williams Gonçalves (UERJ)
“ Os Grandes Países Periféricos na
Nova Ordem Internacional”
………
Quarta-feira 11
09:30h Professor Antônio Celso Alves Pereira (UERJ)
“Origens e Histórico”

10:30h Professor Evandro C. de Menezes (FGV)
“AL e Integração Regional”
•16:00h Professor Marcos Vinícius Torres (UERJ)
“Direito e RI”
…….
Quinta-feira 12
09:30h Professor Alexander Zhebit (UFRJ)
“Idéias das Relações Internacionais”

10:30h Professor Franklin Trein
“Europa”
(UFRJ)
……..
Sexta-feira 13
09:30h Ministro das Relações Exteriores
do Brasil – Celso Luiz Amorim
“Aula Inaugural”

De 9 a 13 de março
Auditório Rodolpho Paulo Rocco
(Quinhentão)

O famoso texto escrito em 2003 pelo professor Luiz Otavio de Amaral persiste na mente dos internacionalistas.

http://www.escritorioonline.com/webnews/noticia.php?id_noticia=3677&

http://www.apriori.com.br/cgi/for/depois-bush-havera-direito-internacional-luiz-o-amaral-t389.html

Iniciamos 2009 com bombas e mais carnificina. Brasileiros em Gaza, seres humanos em todos os lados sofrendo fisica ou emocionalmente com o sofrimento daqueles que são próximos.

Cruz Vermelha pede que Israel e Hamas poupem civis

Estadão – São Paulo,SP,Brazil

GENEBRA - O Comitê Internacional da Cruz Vermelha pediu ontem que Israel e o Hamas evitem que a população civil sofra com a violência na Faixa de Gaza. A Cruz Vermelha apontou que as duas partes estão obrigadas, de acordo com o direito humanitário internacional, a não atacar civis nem instalações públicas.

O diretor de operações do organismo, Pierre Khaehenbuehl, demonstrou preocupação com o número cada vez maior de civis mortos ou feridos e também pelos danos causados em hospitais. O número de mortos em Gaza passou dos 500 e há cerca de 2 mil feridos pela operação israelense iniciada em 27 de dezembro.

No sábado, os militares israelenses iniciaram a operação por terra. Khaehenbuehl lembrou também que o disparo de foguetes é proibido pelo direito internacional. Israel argumenta que sua intenção é acabar com esses ataques realizados por militantes contra seu território.

Gaza – Ação militar israelense é legítima
O Globo – Rio de Janeiro,RJ,Brazil
A ação militar israelense em Gaza é totalmente justificada de acordo com o direito internacional, e Israel deveria ser elogiado por seus atos de defesa

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090105/not_imp302537,0.php

BRASIL, ARGENTINA E MÉXICO CONDENAM ATAQUES DE ISRAEL
BRASÍLIA E BUENOS AIRES, 4 JAN (ANSA) – Brasil, Argentina e México criticaram neste fim de semana a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, que em mais de uma semana de ataques já provocou a morte de 500 palestinos, sendo 87 crianças, segundo fontes palestinas.
Em nota emitida no sábado, o Itamaraty deplorou a invasão terrestre de Gaza, iniciada ontem pelo Exército israelense, e pediu a trégua imediata na região.
“Reiterando declarações em que conclama ambas as partes a se absterem de atos de violência, o governo brasileiro apóia os esforços, inclusive no Conselho de Segurança da ONU, por um cessar-fogo imediato, de modo a permitir a pronta retomada do processo de paz¿, diz o texto.
O governo brasileiro defendeu ainda a realização de uma cúpula internacional para discutir o conflito.
A Argentina condenou a operação e chamou a atenção para o “uso desproporcional da força” por parte de Israel. O país rejeitou também os lançamentos de foguetes feitos pelo Hamas contra alvos situados no sul de Israel.
“A Argentina insta a Israel a que se retire da Faixa de Gaza e siga plenamente suas obrigações de respeitar o direito internacional e tome todos os cuidados necessários para proteger a população civil palestina, a que mais tem sofrido em conseqüência destes enfrentamentos”, diz uma nota divulgada pela Chancelaria de Buenos Aires.
No comunicado, a Argentina também pede uma “trégua humanitária”, para que a população afetada pelos ataques seja adequadamente atendida. “A situação humanitária na Faixa de Gaza é motivo de particular preocupação para nosso país, razão pela qual a Argentina se soma a outros países da comunidade internacional ao solicitar uma trégua humanitária que permita atender adequadamente a população que está em risco”, afirma o documento.
Já o México, que na semana passada tomou posse como um dos membros não-permanentes do Conselho de Segurança da ONU, declarou que apóia uma solução “integral e de longo prazo” para o conflito, que esteja de acordo com o direito internacional. O país também condenou o uso da violência “por qualquer razão”.
Em um comunicado divulgado neste domingo, o Ministério das Relações Exteriores revelou qual foi a posição que defendeu durante a reunião emergencial do Conselho de Segurança da ONU convocada para a noite deste sábado.
Segundo o texto, o México reafirmou seu “chamado urgente às partes para um cessar-fogo imediato e permitir o acesso da ajuda humanitária para atender aos feridos”. O encontro, convocado pela Líbia, terminou sem consenso, motivo pelo qual a entidade não divulgou nenhuma resolução. (ANSA)
04/01/2009 16:18© Copyright ANSA. Todos os direitos reservados

http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/fdg/200901041618334930/200901041618334930.html

E Obama e o Direito Internacional? http://blog.pucp.edu.pe/item/36645

III Conferência Nacional de Política Externa e Política Internacional “O Brasil no Mundo que vem ai”
A “III CNPEPI” tem o propósito de promover diálogo e debate direto entre acadêmicos e diplomatas sobre questões prioritárias do cenário internacional e da política externa brasileira. Em cada sessão da Conferência haverá duas breves exposições introdutórias, uma de um acadêmico e outra de um diplomata, seguidas de debate. A Conferência reunirá acadêmicos das áreas de política externa brasileira e internacional, ciência política, geografia, história, economia, direito, sociologia e antropologia.


Os temas que integram o programa da “III CNPEPI” são:

1) América Latina;
2) Estados Unidos;
3) Europa;
4) África e Oriente Médio;
5) Rússia;
6) China, Índia e Japão e
7) Amazônia.
Às 9 horas, 8 e 9 de dezembro de 2008
Palácio Itamaraty – Avenida Marechal
Floriano, 196
Rio de Janeiro
A “III CNPEPI” será aberta ao público interessado, com entrada franca.


Por gentileza, favor confirmar presença pelo endereço eletrônico funag@mre.gov.br e informar:  Instituição, endereço e telefone.


Programação e Textos preparatórios em nosso Site:
http://www.funag.gov.br/eventos

Programa
Dia 8/12/2008 – segunda-feira
9h – 10h Abertura
Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães
Embaixador Jeronimo Moscardo
Embaixador Carlos Henrique Cardim
10h – 13h Primeira Sessão: América Latina
Professor Luis Alberto Moniz Bandeira (UnB)
Professor Hélio Jaguaribe (IEPES)
Doutor Darc Costa (UFRJ)
Professor Carlos Lessa (UFRJ)
Embaixador Enio Cordeiro (SGAS)
Embaixador Gonçalo Mourão
13h – 14h Almoço
14h – 15h30 Segunda Sessão: Estados Unidos
Professor José Luiz Fiori (UFRJ)
Professor Carlos Medeiros (UFRJ)
Professor Luis Manuel Fernandes (UFF)
Professor Gilberto Dupas (IEEI – SP)
Embaixador Antonio Patriota (Brasemb Washington)
Professor Marco Aurélio Garcia (PR)

15h30 – 17h30 Terceira Sessão: Europa
Professor Antonio Carlos Peixoto (UFRJ)
Professor Bresser Pereira (FGV-SP)
Embaixador Jorio Dauster
Embaixador Everton Vieira Vargas (SGAP-I)
Embaixadora Maria Edileuza F. Reis
17h30 – 19h Quarta Sessão: África e Oriente Médio

Professor Candido Mendes (UCAM)
Professor Paulo Visentini (UFGRS)
Doutor Paulo Buss (Fiocruz)
Professor José Flávio Sombra Saraiva (UnB)
Embaixador Fernando Simas Magalhães
Embaixador Arnaldo Carrilho
Embaixador Afonso Ouro Preto
Dia 9/12/2008 – terça-feira
9h – 11h Quinta Sessão: Rússia
Professor Ângelo Segrillo (USP)
Professor Igor Sielov
Professor Daniel Aarão Reis
Professor Antonio Correa de Lacerda (USP)
Embaixador Sebastião do Rego Barros
Embaixador Sardenberg
11h – 13h Sexta Sessão: China, Índia e Japão
Professor Wanderley Guilherme dos Santos (UCAM)
Professor Pingueli Rosa (UFRJ)
Professor Antonio de Barros Castro (BNDES)
Professor Glauco Arbix (USP)
Embaixador Amaury Porto de Oliveira
Embaixador Roberto Jaguaribe

13h – 14h Almoço
14h – 18h Sétima Sessão: Amazônia
Ministro Roberto Mangabeira Unger (SAE)
Ministro Carlos Minc (MMA)
Professora Maria Nazaré Imbiriba ( Secretaria de Assuntos Internacionais PA)
Doutora Fátima Grosso (SUFRAMA)
Professor Seixas Lourenço (Reitor UFOPA)
Professor Ennio Candotti (ABC)
Professor Adalberto Luis Vidal (Diretor INPA)
Professor Alex Fiuza de Mello (Reitor UFPA)
Professor Hildembregue Ordozgoith da Frota (Reitor UFAM)
Professora Ima Célia Guimarães Vieira (Diretora MEG)
Professora Marilene Correa da Silva Freitas ( Reitora UEAM)
Doutor Francisco Costa (Embrapa)
Doutora Tatiana (Embrapa)
Professoa Berta Becker (UFRJ)
MRE
MRE
MD
MD
Professor Meira Mattos (UFPA)
Jornalista Mauro Santayana
General Vilas Boas
18h – 19h Encerramento

Para quem esteve na brilhante palestra do CC Osvaldo Caninas na EFOMM e na Veiga de Almeida este fato não é novidade!

Ação de piratas modernos leva Otan a fazer segurança na África

http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/10/30/e301017385.html

Marsílea Gombata, Jornal do Brasil

MOGADÍSCIO – Os lendários piratas protagonistas de filmes e histórias não se restringem a ficção ou tempos remotos. Diferenciados e mais capacitados tecnologicamente, os corsários atualmente estão cada vez mais ricos, prontos para construir casarões, comprar carros de luxo, novas e potentes armas, em uma vida de muita fartura.

– É bem diferente de antes, quando grupos dos chamados piratas saíam dentro de um navio com alguns canhões e saqueavam outras embarcações – observa Eurico Lima Figueiredo, coordenador do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. – Hoje eles contam com satélites, submarinos extremamente potentes com poder de detecção e têm como desafio a esquadra americana presente, praticamente, em todos os mares.

As gangues de piratas “modernos” são formadas, geralmente, por três tipos diferentes de integrantes. Tratam-se de ex-pescadores, conhecedores profundos do mar; antigos milicianos, aqueles que lutam quando necessário; além de especialistas em tecnologia, que sabem como operar equipamentos como telefones por satélite e GPS. Entre 20 e 35 anos de idade, os integrantes desses grupos, que entram no negócio por dinheiro, são considerados ricos em países como a Somália, onde a população pede por ajuda alimentar, depois de 17 anos sob conflito.

O aumento de ataques de piratas na costa da Somália, por exemplo, fez com que navios de guerra da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) trabalhassem para um programa de escolta nas águas da região. O objetivo é conduzir patrulhas contra piratas e proteger carregamentos do Programa Mundial de Alimentação. O país africano é desprovido de Marinha ou Guarda Costeira e não está apto para proteger seu litoral.

– As Nações Unidas pediram ajuda da Otan para que coordenasse e assegurasse a chegada da assistência humanitária do Programa de Alimentação – explica Franco Veltri, porta-voz da organização em Nápoles, Itália. – A continuidade da operação Allied Provider (Provedor dos Aliados) é importante para desestimular o ataque desses grupos criminosos, além de controlar a segurança de lugares vulneráveis, da África do Sul à Somália.

No mês passado, o caso de 62 seqüestradores que tomaram o cargueiro ucraniano MV Faina (com 33 tanques de batalha), na Costa da Somália, chamou a atenção internacional sobre a ameaça dos piratas no Chifre da África. Navios da 5ª Frota da Marinha americana cercaram a região para garantir que o cargueiro não caísse nas mãos de insurgentes como a Al Qaeda.

Na Nigéria, piratas atacaram pelo menos dois navios petrolíferos nas águas do delta do Níger no último sábado, fazendo refém por alguns momentos um grupo de trabalhadores, incluindo sete cidadãos franceses, que foram libertados pouco tempo depois.

A insegurança no coração de uma das principais zonas industriais de petróleo e gás da África resultou na diminuição de cerca de um quinto da produção da Nigéria – membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). A Marinha nigeriana, afirmam especialistas, está mal equipada para lidar com esses grupos, que usam barcos pequenos e rápidos para navegar pelas áreas estreitas do delta, forçando as petrolíferas a tomar suas próprias medidas adicionais de segurança.

O Conselho de Segurança da ONU adotou uma resolução pedindo a todos os países interessados em preservar a segurança das rotas marítimas a enviar navios e aviões militares à Somália para combater a pirataria. A resolução 1.838 foi redigida pela França e contou com o respaldo de 15 membros das Nações Unidas.

Crime

Segundo o Centro de Comunicação Social da Marinha Brasileira, para que se configure crime de pirataria é necessário que o ato envolva saque, depredação ou apresamento do navio, e tenha sido cometido para fins privados. O Direito Internacional pretende excluir como pirataria os atos de violência cometidos para fins políticos.

Ainda que ataquem navios que levam a bordo de comida a armamentos militares, esses grupos costumam trabalhar à base de extorsão. Veltri explica que o modus operandi dos atuais piratas é seqüestrar a embarcação inteira, com carregamento e pessoas dentro, para depois pedir resgate.

Um estudo do think tank britânico Chatham House estima que, só neste ano, a pirataria tenha custado mais de US$ 30 milhões a embarcações capturadas na região do litoral da Somália.

[23:31] – 30/10/2008
Cordialmente,
Ana Marta Soares Vasconcellos
Professora Orientadora dos Grêmios de Relações Internacionais da Marinha Mercante e da Escola Naval
soaresvasconcellos@gmail.com
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MSN: anellos@hotmail.com
(21) 9147-1217
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“Estuda, então, mas estuda em primeiro lugar aquilo que mais te habilite a auxiliar os outros.”
Krishnamurti, Aos pés do Mestre.

Portugal reconhece Kosovo e entra no clube dos forasteiros da lei internacional

15.10.2008 Fonte:
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Portugal se junta à lista de países que desrespeita por completo a lei internacional, se rasteja aos pés do seu amo e mestre, os Estados Unidos da América, segue de forma servil e covarde os ditados de Washington, sem espinha, sem carácter. Talvez agora Portugal quererá ver apoio internacional a movimentos de independência no seu território? O seu governo queria ver Guimarães integrado na Espanha? Kosovo é o berço da nação da Sérvia, é sérvio e sempre será. O “reconhecimento” de Portugal não altera nada.

A decisão de reconhecer a “independência” de Kosovo foi anunciada ontem pelo governo português. Em fim, Lisboa finalmente mostra a cor dos dentes, juntando-se de forma covarde ao clique de sicofantas de Washington, desrespeitando a lei internacional, desrespeitando cada fibra das normas de diplomacia em vigor desde 1648 (Westfália) que zelam pelo reconhecimento das fronteiras internacionalmente aceites, reiterado em Helsínquia e pela ONU desde há décadas.

Ao reconhecer a “independência” de Kosovo, Portugal demonstra que ou desconhece por completo as normas do direito internacional, ou então conhece mas finge não reconhecer, preferindo vergar-se aos pés de Washington, ser pisado, entrar na cama e levar com toda a força.

Não existe qualquer documento em qualquer parte que determine o direito à Independência de Kosovo, onde terroristas albaneses do UCK montaram actos de provocação e de assassínio contra civis sérvios. Reconhecer a independência de Kosovo é dar o aval a estes terroristas, é dar uma palmadinha nas costas do terrorismo e é admitir que, afinal, a lei existe para ser quebrada.

O “reconhecimento” de Portugal não torna Kosovo num país mas torna Portugal, sim, membro do grupo de estados párias que doravante, não terão qualquer direito de pronunciar-se em qualquer assunto que fosse relacionado com o estado da lei, porque o quebrou. O “reconhecimento” de Kosovo é igual ao “reconhecimento” ao direito de vender parcelas de Saturno do louco que vive debaixo da ponte.

A tal nível vil, baixo e nojento acabou de descer a diplomacia portuguesa. Que vergonha!

Timothy BANCROFT-HINCHEY

PRAVDA.Ru

Director e Chefe de Redacção

Pessoal, conforme prometi, ai vai o arquivo com a palestra. Está no
diretoria Palestra_UVA
Os arquivos com os textos academicos que consultei sao muito grandes
(cerca de 60 MB) e nao consegui fazer o upload. Amanha vou tentar.
http://www.4shared.com/dir/4455692/b7bc9513/sharing.html
Abracos a todos
Osvaldo

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Obrigada a todos que enfrentaram a chuvarada e o mega-engarrafamento para chegar a palestra! Só podemos dizer que foi um sucesso graças a participação de todos vocês!

As fotos e os outros arquivos estarão o quanto antes disponíveis para todos!!!

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