O famoso texto escrito em 2003 pelo professor Luiz Otavio de Amaral persiste na mente dos internacionalistas.
http://www.escritorioonline.com/webnews/noticia.php?id_noticia=3677&
http://www.apriori.com.br/cgi/for/depois-bush-havera-direito-internacional-luiz-o-amaral-t389.html
Iniciamos 2009 com bombas e mais carnificina. Brasileiros em Gaza, seres humanos em todos os lados sofrendo fisica ou emocionalmente com o sofrimento daqueles que são próximos.
Cruz Vermelha pede que Israel e Hamas poupem civis
GENEBRA - O Comitê Internacional da Cruz Vermelha pediu ontem que Israel e o Hamas evitem que a população civil sofra com a violência na Faixa de Gaza. A Cruz Vermelha apontou que as duas partes estão obrigadas, de acordo com o direito humanitário internacional, a não atacar civis nem instalações públicas.
O diretor de operações do organismo, Pierre Khaehenbuehl, demonstrou preocupação com o número cada vez maior de civis mortos ou feridos e também pelos danos causados em hospitais. O número de mortos em Gaza passou dos 500 e há cerca de 2 mil feridos pela operação israelense iniciada em 27 de dezembro.
No sábado, os militares israelenses iniciaram a operação por terra. Khaehenbuehl lembrou também que o disparo de foguetes é proibido pelo direito internacional. Israel argumenta que sua intenção é acabar com esses ataques realizados por militantes contra seu território.
Gaza – Ação militar israelense é legítima
O Globo – Rio de Janeiro,RJ,Brazil
A ação militar israelense em Gaza é totalmente justificada de acordo com o direito internacional, e Israel deveria ser elogiado por seus atos de defesa …
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090105/not_imp302537,0.php
| BRASÍLIA E BUENOS AIRES, 4 JAN (ANSA) – Brasil, Argentina e México criticaram neste fim de semana a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, que em mais de uma semana de ataques já provocou a morte de 500 palestinos, sendo 87 crianças, segundo fontes palestinas. Em nota emitida no sábado, o Itamaraty deplorou a invasão terrestre de Gaza, iniciada ontem pelo Exército israelense, e pediu a trégua imediata na região. “Reiterando declarações em que conclama ambas as partes a se absterem de atos de violência, o governo brasileiro apóia os esforços, inclusive no Conselho de Segurança da ONU, por um cessar-fogo imediato, de modo a permitir a pronta retomada do processo de paz¿, diz o texto. O governo brasileiro defendeu ainda a realização de uma cúpula internacional para discutir o conflito. A Argentina condenou a operação e chamou a atenção para o “uso desproporcional da força” por parte de Israel. O país rejeitou também os lançamentos de foguetes feitos pelo Hamas contra alvos situados no sul de Israel. “A Argentina insta a Israel a que se retire da Faixa de Gaza e siga plenamente suas obrigações de respeitar o direito internacional e tome todos os cuidados necessários para proteger a população civil palestina, a que mais tem sofrido em conseqüência destes enfrentamentos”, diz uma nota divulgada pela Chancelaria de Buenos Aires. No comunicado, a Argentina também pede uma “trégua humanitária”, para que a população afetada pelos ataques seja adequadamente atendida. “A situação humanitária na Faixa de Gaza é motivo de particular preocupação para nosso país, razão pela qual a Argentina se soma a outros países da comunidade internacional ao solicitar uma trégua humanitária que permita atender adequadamente a população que está em risco”, afirma o documento. Já o México, que na semana passada tomou posse como um dos membros não-permanentes do Conselho de Segurança da ONU, declarou que apóia uma solução “integral e de longo prazo” para o conflito, que esteja de acordo com o direito internacional. O país também condenou o uso da violência “por qualquer razão”. Em um comunicado divulgado neste domingo, o Ministério das Relações Exteriores revelou qual foi a posição que defendeu durante a reunião emergencial do Conselho de Segurança da ONU convocada para a noite deste sábado. Segundo o texto, o México reafirmou seu “chamado urgente às partes para um cessar-fogo imediato e permitir o acesso da ajuda humanitária para atender aos feridos”. O encontro, convocado pela Líbia, terminou sem consenso, motivo pelo qual a entidade não divulgou nenhuma resolução. (ANSA) 04/01/2009 16:18© Copyright ANSA. Todos os direitos reservados |
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E Obama e o Direito Internacional? http://blog.pucp.edu.pe/item/36645